MPRJ e Polícia Civil realizam operação para cumprir mandados de prisão contra traficantes de drogas de Campos, Aperibé e Itaocara

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Itaocara, em parceria com a Polícia Civil e com o apoio da Polícia Militar e da Guarda Municipal de Campos dos Goytacazes, deflagrou, nesta quarta-feira (10/03), nos municípios de Itaocara, Aperibé e Campos dos Goytacazes, a operação Assepsia II, para o cumprimento de 31 mandados de prisão preventiva e de 41 mandados de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa voltada para o tráfico de drogas da região. Dos 31 mandados de prisão expedidos pelo Juízo da Vara Única de Itaocara, 28 foram cumpridos.

A denúncia da Promotoria de Justiça de Itaocara contra os integrantes da organização criminosa se deu através da continuidade da investigação que resultou na operação Assepsia I, deflagrada em novembro de 2020, e teve como suporte informações colhidas quando do cumprimento dos mandados de busca e apreensão naquela oportunidade. Tendo como base, em especial, mensagens extraídas dos celulares dos denunciados Vitor de Oliveira Ribeiro e sua companheira, Aimê Silva Ferreira, foi possível desvendar uma grande rede de tráfico na cidade de Itaocara.

O texto destaca que, assim como ocorreu na operação Assepsia I, as investigações apontaram para a existência de diferentes grupos de atuação dentro da organização criminosa, todos eles, de alguma forma, vinculados à facção criminosa denominada Terceiro Comando Puro (TCP). Os grupos eram compostos pelas pessoas que faziam parte do núcleo da organização criminosa, os chamados líderes e pelos fornecedores de entorpecentes aos traficantes, não sendo, necessariamente, de Itaocara, mas atuando de forma direta na remessa de drogas para o município. Além deles, atuavam os gerentes do tráfico, ligados de forma mais direta ao núcleo da organização e movimentando valores relevantes, e os chamados vapores e assemelhados, pessoas que trabalhavam na contabilidade da organização criminosa.

Por MPRJ

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